sábado, 16 de junho de 2018

O mundo perde um grande artista: Fabio Tomasini

Esta publicação é em tom pessoal e em especial é para falar de um grande ator, dublador, artista de mão cheia, e acima de tudo, um grande amigo: Fabio Tomasini.


Enquanto os outros sites e blogs noticiam sua morte e sua carreira apenas, eu não só vou falar um pouco sobre isso, mas, quero deixar aqui minha singela homenagem à este, que além de ídolo, inspiração, exemplo de vida, era, pra mim, um grande amigo que vai deixar muitas saudades.

Com 68 anos de idade, sexta feira, dia 15 de Junho de 2018, perdemos este grande homem, que quando jovem parecia Tom Selleck em Magnum, e com cabelos brancos, se tornou um "Richard Dreyfus" brasileiro, e a gente brincava sobre isso entre nós. Estava internado desde o dia 3 de abril, devido à um AVC (Acidente Vascular Cerebral), na Santa Casa da Misericórdia na Santa Cecília.


“Ele teve um derrame, quando o companheiro dele chegou ele estava havia um dia jogado no chão da casa. Levamos à Santa Casa e ele teve várias complicações; pneumonia, trombose nas pernas, o rim parou. Nos últimos dias, teve três paradas cardíacas”, disse a dublada Kate Kelly.

Atualmente, estava sendo reprisada a novela 'Belíssima" na Globo, em que ele fazia o papel de um detetive, nesta que estava reprisando. Fez grandes papéis durante sua carreira, no teatro, na TV, no cinema, e, aonde ficou mais conhecido, na dublagem.

Ele era muito ligado à cultura japonesa, e realmente curtia animes. Quando eu trabalhei em uma loja de DVDs na Liberdade, o dono da loja era fanático por Dragonball, e o Fabio estava à procura da sua dublagem de Kami Sama, porque ele não tinha em seu acervo (e ele colecionou e guardou todos os seus trabalhos, desde spots de rádio, comerciais de TV antigos, figurações, dublagens, VHS, DVD, etc, em sua casa). Ele dizia que amava dublar animes, e que queria sempre ser chamado para mais trabalhos assim. Quando a Jam Station era apenas uma webradio, e ainda não havia youtube, nós chegamos a gravar vídeos com ele, tanto dele brincando coma  voz de Kami sama, quanto com uma entrevista exclusiva (que possuo ainda em VHS) na qual gravei na casa dele, falando sobre sua carreira, vida, etc. Ele era o máximo!

Fabio Tomasini e Yatta, na casa do Fabio (2018, Foto Pessoal)
Ele me dizia, em algumas conversas que tivemos pessoalmente, que em sua infância, chegou a conviver bastante com a família japonesa de um amigo dele, e até brincava que ele era mais japonês do que eu, que tenho sangue japonês. Em seu facebook pessoal, ele brincava bastante, publicava suas artes gráficas digitais, de vez em quando algumas brincadeiras com montagem (ele brincou com fotos minhas até um tempo). Era alguém que você gostava de ter como amigo, e que te tirava da depressão só de conversar alguns minutos. Era uma pessoa maravilhosa.

Muita gente só vai se lembrar dele como Kami Sama em Dragonball, ou Mestre Cristal em Cavaleiros do Zodíaco. Mas, só em CDZ, ele chegou a fazer vários outros personagens marcantes ao longo da série, além do vovô na série Donkey Kong, por exemplo. Sua voz era particularmente única e fácil de reconhecer.

Certa vez, um amigo meu do litoral resolveu fazer eventos em São Paulo, e criou o "Geektion", e me pediu para chamar um dublador. Como sempre, pensei primeiro no nome do Fabio, e já perguntei se ele aceitava dividir o palco comigo pra falar de dublagem. No dia do evento, eu que era apresentador do palco, acabei passando mais tempo conversando com ele do que realmente em cima do palco. Ele convenceu o organizador a me deixar acompanhar ele durante o tempo dele no evento, pois haviam 2 meses que não nos víamos pessoalmente, e botamos o papo em dia. Ele me dava toques sobre dublagem, e principalmente sobre a vida. Não sei dizer se ele era mais um pai ou um avô pra mim, ficava num meio termo. Naquele dia, no evento, em cima do palco, não parecia uma palestra de dublagem ou um bate papo de fãs e ídolo, ele brincava comigo de igual pra igual, e fazia questão de dizer que éramos amigos de longa data, no microfone, para o público. E, lógico, ele fazia algumas piadas com algumas situações, comentava algumas curiosidades bem interessantes sobre o que passou durante o início da carreira, sobre sua introdução ao mundo da dublagem, época de Tv Tupi, dentre outras coisas.


Infelizmente, o destino acabou não permitindo que conseguíssemos realizar alguns projetos que tínhamos em mente (e já no papel, faltando apenas gravar). Eu havia escrito uma série, e estava com 3 temporadas escritas, na qual o meu personagem teria o personagem dele como mentor no mundo cinematográfico, além de ter participação dele em um curta e um longa, também já escritos, e que eu estava correndo atrás de apoio para poder filmar. Eu fico em dúvida se eu deveria levar adiante com outro ator no lugar dele, que seja parecido, ou fisicamente, ou na voz, para poder homenageá-lo, ou se deveria simplesmente creditar ele como inspiração (que ele sempre foi) para os personagens.

Lembro que ele estava deixando nas mãos do dublador Robson Kumode (a voz de Sasuke em Naruto) para capturar os vídeos antigos de VHS dele e postá-los no youtube, mas, não pude acompanhar para ver se conseguiu concretizar grande parte deste arquivo online de vídeos. Eram comerciais de todos os tipos, e geralmente eram bem humorados.

Uma vez, ele reclamou que ele não conseguia achar uma cópia do filme GAIJIN, que ele atuou como o imigrante italiano, e eu fiz de tudo pra ajudar ele a conseguir, e arrumei uma cópia em VHS e depois outra em DVD, mas, com qualidade média, pra ele poder ter em seu acervo este trabalho, já que o filme não foi lançado pra venda,e  na internet, na época pelo menos, não havia download em lugar algum.

A vida dele era a arte, e ele me incentivava a continuar lutando, e dizia para não ligar pros outros,e  continuar tentando, e não só tentando, mas, CONSEGUINDO. E por ele ser uma das minhas inspirações, um de meus maiores ídolos, continuo me mantendo firme e em frente, seguindo suas palavras.

O corpo foi velado e sepultado no cemitério do Araçá Às 14h do dia 15/6/2018, Sexta Feira. E assim como eu, o céu chorou.

DESCANSE EM PAZ, MEU GRANDE ÍDOLO E AMIGO, FÁBIO TOMASINI!

YATTA!

bye-Q!

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Estar Apaixonado [poesia]



Estar apaixonado

Estar apaixonado não é nada legal.
É ficar aflito, enquanto não tem notícias da pessoa;
É esperar ansiosamente por cada mensagem dela;
É pensar na pessoa o tempo todo, involuntariamente, enquantoa  pessoa talvez nem pense em você;
É ter o coração acelerando e quase tendo morte por arritmia quando chega uma mensagem da pessoa;
É viver com medo de ser rejeitado, não ser aceito, ter a possibilidade de ver a pessoa com outro;
É ter o corpo tremendo pelo medo de tomar iniciativa, igualmente pelo medo do que pode acontecer ao não tomar iniciativa;
É viver nas sombras, querendo estar na luz ao lado dela;
É saber que você faria de tudo por ela (até o que você normalmente não faria nem por seus pais);
É... estar apaixonado não é nada legal...

Henrique Takimoto Jasa
13/5/2018

domingo, 20 de maio de 2018

Por quê escolhi estes videogames na nova geração?

Opinião pessoal, cada um tem a sua, e, algumas, acabam sendo duvidosas, dependendo dos parâmetros. As minhas, vão muito por jogabilidade, facilidade em encontrar coisas, mobilidade, etc. Quero algo completo, não gosto de algo pela metade ou que tem "menos" em tudo.


Dando exemplo, em cada geração de videogames, tivemos grandes exemplos do que dava certo e do que dava errado,e  ainda assim, muitas empresas mantinham fixo que era melhor fazer algo que desse errado, ao invés de algo que vendesse bem.

Ok, deixa eu explicar melhor:

Quem se lembra daquele crash nos anos 80, que quase implodiu a economia da área dos games? Era Atari com trocentos clones, era a Nintendo saindo dos baralhos de papel e entrando no mundo dos games. De certa forma, a Nintendo acabou meio que salvando o mercado de videogames, deu um novo ar, pra voltar a existir e crescer. Nessa brincadeira, quem praticamente foi à falência foi o Nolan Buschnel, que criou o Atari, outro que praticamente não viu nem 10% do que devia receber, foi o criador do Tetris, porque sua cria teve milhares de versões de terceiros que ganharam em cima do que ele fez de genial.

Vamos aos fatos: na guerra dos videogames, cada geração tem seus principais, e seus secundários. E em todos os períodos, milhares de baixas, sejam de consoles que sequer foram à público, ou que ficaram com número baixo e preço altíssimo (vamos dando logo como exemplo o videogame de VHS que nunca saiu da Hasbro, de onde surgiu o Night Trap, por exemplo, ou mesmo o videogame da Apple que decolou em preço e faliu rapidinho), ou mesmo coisas bem obscuras.

Algumas coisas tinham tudo pra dar certo, mas, foram mal executadas (destas, umas viraram objetos cult para colecionadores, outros oram apenas lixo). Lembremos de Activator que era uma maravilha e ao mesmo tempo era confuso, pro bom e velho Mega Drive, e que acabou servindo de inspiração para algo mais atual que deu certo,e  foi descontinuado, que foi o Kinect. Aliás, Kinect, este, o maior acerto da Microsoft, e ainda assim, ela não soube aproveitar muito, e descontinuou, já que só deu certo pra galera do Just Dance (que é um tremendo sucesso até hoje a franquia).

A melhor briga, na real, ficou nos anos 90, na era 16 bits, entre SEGA e NINTENDO, afinal, Super Nintendo e Mega Drive, ambos vieram com tudo, e duram até hoje seus legados. É engraçado ver que muita coisa criada para ambos, hoje em dia ainda são "novidades sendo lançadas nos aparelhos novos". Uma criava a outra copiava, aía  outra criava algo, a primeira copiava. Ambas iam copiando, melhorando, testando, e assim, nasciam apetrechos incríveis, alguns que dão saudades, outros que foram inutilidades apenas colecionáveis pela curiosidade evolucionária.

Nos dias atuais, a briga fica em torno do que falta no alheio, e não do que tem o que você tem. Antes, a briga era pra ver quem fazia algo bom o suficiente pro público gostar de usar.

Nintendo com Mario e SEGA com Sonic, sempre oscilando quem vendia mais a cada semana. Outros aparelhos nasceram na época, alguns até melhores de hardware, mas, sem jogos chamativos ou de boa jogabilidade. Gráficos andavam junto de jogabilidade e diversão. Hoje, ou você se diverte, ou tem gráficos, ou tem jogos.

O motivo do Xbox One não ter a mesma popularidade que o anterior, Xbox 360, talvez esteja claro demais,e  por isso as pessoas não pensam no óbvio: o anterior tinha jogos interessantes, o atual depende da retrocompatibilidade pra ter alguma coisa, já que tem pouca coisa nova pra jogar, e desta pouca, quase nenhuma realmente diverte ou prende atenção. Tá aí o cara do canal Xbox Mil Grau pra comprovar, pois, pela falta do que fazer no Xbox One, ele apenas reclama do PS4, até quando está sem argumento. Por outro lado, povo que tem PS4 e Nintendo Switch tem tanto jogo, mas, tanto jogo, pra escolher, que fica difícil ficar em um só, e poucos realmente finalizam os jogos.

Como colecionador, principalmente de apetrechos diferentes e inovações, possuo em minha coleção até jogos únicos com suas peculiaridades, como Bokura no Taiyou, ou apenas "Boktai", jogo desconehcido e maravilhoso do mestre Kojima, lançado pra Gameboy Advance, que utilizava o calor do sol da vida real dentro do jogo para aumentar ou diminuir a força da arma solar que você utiliza, velocidade das coisas, e até vaporização de elementos, como lagos e rios na história do jogo, ou mesmo Robopon Sun, de Gameboy Color, que era um jogo maravilhoso, estilo Pokemon, que continha gráficos horrendos, porém, uma história cativante, e a fita era um pouco maior, com relógio interno e o port infravermelho chamado GBKiss (que apenas este jogo possuía), no qual em certos momentos do jogo, você utilizava qualquer controle remoto de casa, e cada diferente sinal podia dar algum item, ou fazer algo diferente dentro do jogo, e até o fato de, sua bateria interna do cartucho, mesmo com ele desligado e desplugado, tocasse campainha externa quando algum evento interno do jogo fosse ocorrer, pra você colocar a fita e jogar.

Houveram avanços maravilhosos desde a era 16 bits, PORÉM, ouso admitir que, a partir dos CDs e DVDs de jogo, parece que os videogames pararam de ter tanta graça de serem jogados,e  tornaram-se mais "status", na maior parte das vezes (mas ainda surgia um ou outro jogo interessante, vez ou outra, mas, passou a ser uma porcentagem bem pequena, em comparação à quantidade de jogos lançados a cada ano pelo mundo).

Antes, cartuchos utilizavam placas EPROM e tinham pouca memória, então, havia limitação de hardware, e com isso, os desenvolvedores de jogos tinham milagres a fazer, e os faziam, tornando até os jogos mais chatos, divertidos e valendo a pena se jogar, enquanto hoje em dia, os melhores jogos são pouco divertidos, quase sem ter o fator "replay" na vida da pessoa. Já foi muito dito até em séries como Star Trek o quanto a falta de algo, com a necessidade de resolver um problema, poderia trazer novas soluções que, aonde não tinham tais problemas a solucionar, não teriam as mesmas tecnologias.

Hoje em dia, a Nintendo trouxe uma inovação interessante, trazendo de volta aos consoles de mesa (mesmo que de forma híbrida) cartuchos, enquanto os concorrentes se prendem aos discos de leitura ótica.

Loading pode matar um aparelho, quanto mais demorado for, e isso é um fato conhecido bem em jogos de PSX, Sega Saturn e Neo Geo CD. E isso se reflete também nos dias atuais, com Blurays dentro de Xbox One e PS4 tendo loadings, muitas vezes até demorados, dependendo dos jogos, enquanto Nintendo Switch, com seus cartuchos, não tem problema com loading. Algumas mídias evoluem e podem voltar à tona, e outras, mesmo evoluindo, continuam atrasando a vida.

Nos dias atuais, se você quer ter jogos para jogar, precisa pensar se quer mobilidade, gráficos, jogabilidade, etc, pra escolher se vai de PS4 ou Nintendo Switch. Se não quiser ter jogos, mas, um Media Center, pra entrar em Netflix, ver Bluray, etc, aí, é Xbox One. No caso de você ser streamer de jogos, realmente, o Playstation 4 sai na frente, disparado, por ter compatibilidade nativa com Youtube, Dailymotion e Twitch, sem precisar do uso de um computador com placa de captura, enquanto Xbox tem apenas Twitch dando defeito,e  Mixer, que é exclusivo dele, mas não é tão legal assim. Ainda temos o lance do povo se iludir demais com a idéia de gráficos, já que a RETINA DO SER HUMANO enxerga no máximo 2K de qualidade, ainda se forçar demais a visão, e encostar a porra da retina na tela de mais de 70 polegadas, e a tecnologia 8K seriam os hologramas de um Holodeck de Star Trek que interagem com você, sem uso de óculos especial,e  sim a olho nu.

Hoje em dia, vivemos a era do Mimimi. Gente que compra porque "o hardware é mais poderoso" ou porque "o jogo é 99% filme, e 1% jogar mesmo". Perde-se a graça em jogar, ganha-se o entretenimento de assistir o jogo rolando sozinho. Se é pra ser assim, então, negócio é ver um filme. No quesito diversão, se for standalone (solitário) ou multiplayer (local ou online), em ambas as opções, PS4 e Nintendo Switch pegam muito bem. Se for por retrocompatibilidade e provedor online mais "rápido", mesmo sem ter muito com o que usar, aí, tem o Xbox One.

No final das contas, o pouco que o Xbox One tem, não me agrada como JOGADOR, mas, talvez me agradaria como "consumidor de streaming de filmes". Mas, as coisas que o Xbox One entrega, se você tem uma SmarTV mais abrato que o console, você já tem Netflix, Hulu, Crackle, etc. E no quesito jogos,a  própria Microsoft prefere deixar cross-platform para o público jogar no Pc os jogos de Xbox, porque o Pc já serve pra fazer tudo. o Xbox se torna, literalmente, apenas um Media Center para assistir filmes e séries mesmo.

Se for parar pra ver pelo lado dos fãs de cada um... Toda fanbase ESTRAGA aquilo que seguem, e é um FATO!


Quando eu estava juntando dinheiro e pesquisando, para ver qual console seria mais interessante, haviam meus parâmetros básicos para a escolha: tinha que TER JOGOS que me divertissem, facilidade em conseguir os jogos (seja por preço, por encontrar em lojas físicas ao invés de apenas online, etc), e, no caso mais importante atualmente, fazer streaming no youtube. Jogar multiplayer online, eu raramente o faço, logo, como iam ser poucos jogos, nem me preocuparia muito com o lance de PSN Plus e Xbox Live, por exemplo. Ambos tem a desvantagem de precisar pagar por estes serviços mensalmente ou anualmente, se quiser salvar o SaveGame na nuvem, então, é desvantagem de ambos.

Pesquisei sobre hardware, software, vantagens e desvantagens, e principalmente títulos de jogos. Os melhores jogos sempre estavam em Playstation e Nintendo. Microsoft só tinha as parcerias com empresas independentes de interessante, e ainda assim, os jogos mais travavam e tinham gráficos que não me agradavam. Tinha hardware poderoso demais,e  nada pra usar nele. Era o mesmo que ter uma Ferrari sem gasolina nas mãos de um garoto de 6 anos que não tem dinheiro pra comprar um par de chinelos comuns, ou seja, ia apenas ficar ali algo caro, parado e oxidando sem uso. Neste caso, pra mim, não teria utilidade pagar caríssimo por algo que eu não iria usar quase nunca.

Nisso, PS4 tinha compatibilidade de fazer streaming ao vivo diretamente no youtube, que era uma necessidade que eu tive, já que tenho o canal e precisava ter material novo quase que toda hora, e nem sempre daria pra gravar com celular algum assunto e em seguida editar (ainda mais sem computador pra isso). O que me salvou? PLAYSTATION 4. O que não teria salvo a minha pele de jeito algum? Xbox One!

Lógico que, ainda assim, haviam coisas a serem pensadas. A principal delas: DINHEIRO! Preço caro demais, mesmo em épocas de promoção, não ajudavam muito. A solução, junto do dinheiro que fui juntando, veio como eu menos esperava: ajuda do público! Como abri uma caixa psotal, cheguei a receber jogos, itens colecionáveis, cards de pokemon e yu-gi-oh e até (pasme) dinheiro no envelope, com bilhete de "use para comprar tal aparelho". Foi assim que obtive o PS4 e, mais atualmente, o Nintendo Switch. Logicamente, com ambos, eu tinha a condição de fazer matérias tanto pra blog/site quanto pro youtube, falando sobre o que eu fosse conseguindo de jogos, seja comprando ou ganhando, seja fazendo streaming, ou apenas falando do que se tratavam. Ainda tenho muito a conseguir levar adiante, como conseguir grana pra montar um PC Gamer, que aguente tanto jogar/fazer/streaming, quanto editar vídeos pesados. E nisso, logicamente seria necessário uma placa de captura, que aguentasse tanto videogames antigos (possuo uma boa coleção que juntei durante duas décadas), quanto videogames novos (Nintendo Switch, etc).

É aí que entra a grande situação bizarra na qual me encontro atualmente, já que praticamente, tudo que tenho são Jam Station, Jam Games e o canal do youtube. Fonte de renda fixa, não possuo. Como graças à crise que o país está passando, diminuíram drasticamente os trabalhos nas áreas que atuo (Ator, dublador, músico, apresentador de palco, etc), cada centavo é contado para inteirar as contas, então, com o aumento diário dos preços de equipamentos, e a dificuldade de se juntar dinheiro, aumenta a distância para conseguir atingir estes objetivos.

Faço parcerias aqui e ali, mas, sempre apenas com o que conheço e confio. Seja com empresa de caixa surpresa (Nerd Ao Cubo), que tem itens que eu curto bastante, ou mesmo com editoras de quadrinhos ou livros (curto muito ler), ou até com distribuidoras de filmes e games (afinal, DVDs de filmes, ou mesmo jogos para fazer streaming, recebo destas parcerias, quando não ganho de presente de alguém do público ou de algum amigo), sempre que houver uma parceria interessante, estou fechando coisas boas (e, logicamente, de vez em quando tenho sorteios pra fazer ^^).

Falando em parcerias, em breve vou trazer sorteios até de ingressos de cinema aqui em São Paulo, então, fiquem ligados.

Voltando ao assunto original, eu escolhi o PS4 pelo streaming e biblioteca de jogos divertidos exclusivos, e o Nintendo Switch porque ele sempre traz novidades que merecem ser comentadas em vídeos, além de serem ótimos para interagir com amigos, e gente nova.

Logo, já fica explicado o por quê eu, mesmo não sendo um fanboy chato, acabo contra-atacando a galera que fica lambendo o Xbox One: os caras me enchem tanto o saco, já que falta jogos pra ocupar tempo, que me fizeram odiá-los aos poucos. Não dá pra me chamar de Sonysta ou Nintendista especificamente, porque eu não boto a mão no fogo por elas, sei que tem alguns defeitos. Mas, com certeza, não consigo ser caixista, que esta sim, eu botaria PESSOAS NO FOGO de tanto que ficam no pé! hahaha

Como gamer, e também como colecionador, admito, eu teria os 3 consoles. Mas, tirando isso, por diversão, por jogos, e milhares de outros motivos, acabei gostando mesmo de PS4 e Nintendo Switch (e sim, ainda jogo meu bom e velho Mega Drive, meu Gameboy Color e meu Nintendo 3DS, quase que diariamente).

YATTA!

bye-Q!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Vencendo a Solidão



Sempre que se sentir sozinho, lembre-se que cada época tem suas formas de ganhar ânimo, um fôlego extra.

Na década de 60, haviam os Beatles e outras bandas, em que as fãs gritavam sem parar, era só se colocar no meio, e gritar e pular junto, que não importava se a música era boa ou não, os gritos afugentavam a tristeza.

Nos anos 70, haviam estilos diferenciados, sejam punks, heavy metal ou mesmo algo psicodélico.

Lá pros anos 80, a mistura de rock e eletrônico foi crescendo e aparecendo, hits, a mistura de alegria e de romance se misturavam com agitação e muita correria pelas cores e formas.

Na década de 90, o lance era se soltar nos clubes e baladas de música eletrônica, e nos dias atuais, temos a chance de fazer algo que antigamente era o mais normal, e hoje em dia é raro: sair sem rumo, e ir conhecendo gente nova por todos os cantos!

Não precisamos mais ter medo de conhecer gente nova, precisamos ter medo é de termos auto-preconceito. Quando festejamos, mesmo sem motivo, a alegria pode contagiar, e trazer alegria verdadeira! Aproveite a vida, viva como se cada dia fosse uma festa diferente!

E você, qual seu método de escapar da tristeza e da solidão?

Tempo Parado (poesia)

Tempo Parado


"Hoje, o dia não merece a minha presença",
acordei me sentindo sem talento,
sem vontade, sem ânimo, sem vida,
como se o mundo tivesse se tornado todo cinza.

Hoje a vida me parece uma doença,
uma virose que me deixa todo lento,
um dia que, de tão incolor, não traz nenhum sentimento,
talvez seja melhor nem abrir os olhos mais.

O solo parece infértil esta manhã,
a energia que outrora me movia, dissipou;
Aonde estão meus dias gloriosos?
Cadê a força que eu tinha de sobra?

A cada minuto que passa, parece que não terei um amanhã,
fico horas olhando para o relógio, mas nenhum minuto se passou;
Por quê vivo estes minutos assombrados?
Será que este é o preço que a vida me cobra?

Mas e este raio de luz, que agora surgiu?
De onde vem? De onde partiu?
Seria um trem, esta luz no fim do túnel?
Seria uma salvação, uma janela pro amanhã?

A claridade dissipou todo aquele cinza,
as imagens paradas, o tempo parado, tudo sumiu;
Não há mais sombras, apenas o sol pela janela,
é, parece que agora, uma nova manhã chegou.

Bom dia, luz do sol que ilumina o meu caminho;
Até logo, escuridão noturna que me aflige;
Agora é hora de outro dia aproveitar,
antes que a noite volte a me atormentar.

Será que esta noite eu volto a sonhar,
ou pesadelos voltarão a me pegar?
Melhor viver este dia com intensidade,
pois não sei se a noite eu volto a sonhar.

(3/5/2018)

sexta-feira, 30 de março de 2018

Velhas realizações, novos rumos

Com o tempo, a gente vai vivendo altas aventuras, mas, talvez eu já tenha vivido aventuras demais. Ou será que não?


A revista acima, por exemplo, na qual escrevi com uma equipe que esteve nas décadas de 80 e 90 escrevendo revistas como Heróis do Futuro, dentre outras. Eu era o único abaixo dos 40 anos na equipe, quando a escrevemos. Tem gente que ainda encontra em algumas Saraivas e Sicilianos da vida nos dias atuais, abrem e encontram minha foto lá dentro.


O CD acima, da banda IGREJA PUNK, como outro exemplo de realização na minha vida. Gravei com alguns ídolos de infância e adolescência: galera da banda Excomungados (punk rock anos 80), Rick Regis (gago Sá Silva Jr da Escolinha do Gugu, que é também vocal e guitarra da banda Speedy Gonzales), Nilcinha (filha do Zé do Caixão e amiga minha), e até meu amigo Toninho do Diabo.


Quantas pessoas podem dizer que já vestiram a roupa de Corujinha dos Chocolates Pan? apenas eu, porque até hoje, só eu entrei nesta roupa, desde sua estréia no canal Rede Brasil, no programa Em Revista, do grande apresentador Evê Sobral.


Lógico, mesmo o Salomão me sacaneando com piadas sem graça, que muitas vezes traziam dores de cabeça, como passar meu número de celular pelo twitter pro público da Band FM, falando pra me ligarem passando trote em dias que eu estava esperando ligação importante de emprego, ou mesmo ficar criando intriguinhas entre outros amigos para que brigassem por besteira, ainda assim, mantenho um certo grau de amizade, de vez em quando ele até me ajuda em uma coisinha ou outra, e eu sempre ajudo ele, em muita coisa (tá meio desequilibrado isso, mas, deixa).


Lógico, mesmo não sendo gigante na internet, sou considerado como um microinfluenciador, e agradeço à galera da Influu, que me dão uns toques, e até tentam me ajudar como podem! ^^


Já fiz aparições em vários outros programas da Rede Brasil, seja o "A Tarde É Nossa" da Nani Venâncio, ou no extinto e saudoso "Retrô Brasil", aonde já cheguei a dançar com o Roy Rosseló da banda MENUDO, e em outra ocasião, participei vestido de Mario e mostrando um pouco da minha coleção e conhecimento num especial sobre o jogo.


Já meio que fiz curso de clown com a Lygia Ruvenaulth (acidental, porque, quem fazia o curso era minha amiga, aí, acabei participando de algumas aulas), e também faço parte de um grupo que me traz muito orgulho, que são os Ministros do Riso, a "Quarta Categoria de Palhaços", já que as outras categorias não se misturam, na quarta, é a mistura de todas as anteriores, sem medo de ser feliz e de fazer o povo feliz! O Alex Rangel, na foto acima, sempre foi bem observador, e me ajudou muito, por isso, sempre tenho muito a agradecer!^^


Lógico que seria uma desonra deixar de comentar os outros do grupo, não? Turma unida. Vez ou outra, sempre tem a galera rotativa, que entra, fica um tempo, sai, alguns voltam, outros somem... Mas todos fizeram parte desta história!


Um sonho semi-realizado também foi quando pude ser um "Ferengi de férias". Mas, esta é uma referência que somente Trekkers irão entender.


Já fui figurante, coadjuvante, principal, apresentador, entrevistado, "robert"... Gosto do meu trabalho, mesmo que às vezes seja de certa forma "voluntário".


Mídias Sociais, internet e eventos, sempre estou com turmas bem diversificadas, e até unidas, como essa galera que não em deixa esquecer, como o Zigfield, o Gustavo e o Jow, afinal, somos Nerds angustiados com o mundo em que vivemos!


O Pkllipe, que cresce mais e mais a cada dia no youtube, e desde antes dos 18 já tava lá, brincando de efeitos especiais 3D, e depois de muito tempo, finalmente conseguimos gravar nosso curta de Mario Odyssey (ANTES DO JOGO SER LANÇADO), e que ficou sensacional. Eu admito que gostaria de voltar a gravar mais vezes com ele, foi bem legal a experiência! ^^


No teatro, cheguei a fazer peças pequenas, médias, grandes... Ainda nada GIGANTE, mas, já tive bons públicos, e, no dia de fazer uma apresentação de crossover dos Ministros do Riso com Supernatural, ah, foi bem agitado e divertido!


Mas é claro que, se me chamam pra falar no microfone, sendo um palco ou com uma câmera, eu não vou negar. É um dos meus vícios!


Mesmo sendo rockeiro, e não curtindo funk, já estive em dois videoclipes de funk, um do GW, e outro da Francine Missaka (no Kondzilla). Sempre acabo chamando atenção por onde passo, mesmo que eu tente ficar quieto e neutro no meu canto.


Algumas vezes, faço trabalhos bem bizarros, mas satisfatórios...


E sempre amo madrugar no karaokê (minha maior válvula de escape pros problemas da vida).


Já tive várias bandas,d e vários estilos, mas, a banda atual, os ARIGATÕES, está crescendo bem, e misturando MEME, músicas de anime, tokusatsu e J-rock, alguns rock/metal/etc mundiais, e músicas próprias, e isso é bem uma realização de objetivo antigo.


Já cantei no programa da Eliana, já cantei e toquei no programa do Datena, já fiz altas zoeiras em vários canais, até fiz pegadinha na RedeTV, além de uma participação bem bizarra no Encrenca, no piloto, que não fui pago até hoje...


Mas, o importante é cantar!


 Gosto de me sentir como parte de uma equipe, parte de um lugar, de uma turma. Lutar por mais de 20 anos pra estar em algum lugar que remeta à TV, música, atuação... Mas, é um caminho bem árduo, vivendo no Brasil!


Lógico, sou aquele que tanto resgata quanto é resgatado... É um círculo vicioso, bem curioso... A música une as pessoas, o cosplay também. Pelo menos, comigo funciona assim!


Existem algumas saudades que acabam pegando forte...
Amigos que se foram e não tem como voltar mais...
Herculano, Iara, Chucky... Será que eu sou o próximo a me juntar à eles?


As aventuras nunca param, isso é uma verdade que fica pra sempre.
 

Bom, tem mutia coisa que deixei de comentar, algumas porque não me recordo de tudo no mesmo momento, outras por falta de imagem para provar. Mas, realizações nacionais, internacionais, artísticas, profissionais, etc... E ainda assim, sinto que falta algo...

YATTA!

bye-Q!

quarta-feira, 28 de março de 2018

Igreja Punk - Hino do Zé do Caixão

Quando o passado vem à tona, alegrias e tristezas são lembrados, e a nostalgia toma conta!

 

Este simples CD, IGREJA PUNK, da banda de mesmo nome, aonde eu trabalhei em composição de instrumental, vozes, e gravação, e tenho orgulho de dizer que fiz parte da história de cada pessoa que por lá passou.

Agradeço ao Bispo Xinêz, da Corsário Records, que produziu este CD. Agradeço à minha amiga, Nilcinha (Nilcemar Marins), porque, além de filha de um grande ídolo meu (Zé do Caixão), também era a vocal da banda que tínhamos juntos, e que foi como fomos convidados à participar deste CD.

Neste trabalho, além do próprio Bispo Xinêz (da antiga banda punk "Excomungados") e da Nilcinha, também tivemos a honra de ter o Rick Regis (gago Sá Silva Jr, da Escolinha do Gugu, e da banda Speedy Gonzales), Toninho do Diabo (com o qual também tive participação no show da minha banda, Arigatões, no UpABC de janeiro de 2018), o Sossai (puta baixista foda!!!), dentre vários outros amigos e ídolos do cenário punk.

Na parte de trás da capa do CD, há um pequeno erro da ordem das músicas, e na verdade, a música 9 é o "Hino do Zé do Caixão", e a 10 é a "Satan Rei Na Escócia". No encarte, há nos créditos todos que participaram (Rick Regis é creditado em áudio, mas, não está escrito no encarte o nome dele; meu nome está apenas como baixista no Hino do Zé do Caixão, mas, também gravei a bateria e parte das guitarras solo).

Faz parte da minha história, e também do cenário punk brasileiro, e isso, ninguém tira de mim! Pode ser bom pra alguns ouvidos, e ruim para outros ouvidos, porque é questão de gosto, mas, ainda dá orgulho de dizer que fiz parte desta história!

2015 foi um ano bem corrido, bizarro, e cheio de aventuras, com certeza! E eu sinto falta de cada minuto.

E é assim que ocorre a nostalgia...

YATTA!

bye-Q!

Play Asia

Porta Curtas - Curta do Mês

De onde as pessoas lêem o blog!

Desenho do Mês

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